Por que o Bitcoin e outras moedas vão descolar em 2018?

O Bitcoin foi a primeira criptomoeda descentralizada do mundo, sendo inventado em Outubro 2008 e lançado em Janeiro de 2009. De lá para cá, o Bitcoin tem se valorizado a cada dia que passa e chamando cada vez mais a atenção das pessoas.

Eis alguns dos motivos pelos quais o Bitcoin – e outras criptomoedas – irão bombar em 2018!

  1. Aumento da aceitação
    Apesar de que os medias convencionais falam o contrário, o Bitcoin está sendo cada dia mais usado como forma de pagamento ao redor do mundo.No segundo semestre de 2017, duas das maiores empresas do varejo no Japão começaram a aceitar o Bitcoin como meio de pagamento. Só estas duas empresas possuem 260 mil lojas em todo no Japão.O famoso Real Madrid começou a aceitar Bitcoin como meio de pagamento no tour dentro do seu estádio, o Santiago Bernabeu.Isto é só apenas alguns dos exemplos que demonstram toda a força e a expansão que as criptomoedas – de uma forma mais geral – têm conseguido com o passar do tempo.

    Podem verificar pelo serviço do site CoinCap que mostra onde você conseguirá gastar suas criptomoedas de acordo com a sua localização geográfica.

  2. As regulamentações ajudarão
    Para 2018 é esperado um grande aumento na supervisão e regulamentação das criptomoedas. Como resultado, espera-se que as instituições financeiras façam investimentos bilionários no mercado das moedas digitais.ETFs (exchange-traded funds), em português poderíamos chamar de instrumentos financeiros, devem ser aprovados pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) ainda em 2018.Esse movimento permitirá que grandes instituições financeiras comecem a investir no mercado de criptomoedas disponibilizando aos seus clientes novas opções de investimentos.O Grupo CME, bolsa de derivativos de Chicago, anunciou recentemente o lançamento de futuros de Bitcoin, o que já ocorreu no final de 2017.

    O crescimento dos derivativos de Bitcoin é mais um passo para o estabelecimento da moeda digital como um novo ativo financeiro.

  3. Está cada vez mais fácil usar Criptomoedas
    Quando o Bitcoin surgiu, era apenas um sistema monetário de pessoa para pessoa (p2p).Actualmente, sites como o Coinbase.com fazem com que o Bitcoin seja cada vez mais fácil de ser entendido, acedido e utilizado.Hoje, centenas de corretoras de criptomoedas facilitam a compra, venda e armazenamento de uma grande variedade de moedas digitais tornando o uso muito mais acessível.Grandes lojas como a Overstock e o Expedia começaram a aceitar Bitcoin como forma de pagamento, países por todo o mundo estão abrindo novas corretoras de criptomoedas e começando a aceitar a moeda digital como método legal de pagamento.
  4. Criptomoedas não sofrem com a inflação
    Um dos principais problemas das moedas fiduciárias (como real, dólar e euro) é que os governos podem imprimir a quantidade que desejarem das mesmas, ou seja, quando o Governo não tem dinheiro suficiente para pagar a dívida, o Banco Central nacional pode simplesmente imprimir mais papel.Quando passam a existir dois reais (ou qualquer outra moeda fiduciária) onde deveria existir apenas um, o poder de compra de cada real cai pela metade. É exactamente isto que é a inflação: A diminuição do poder de compra da moeda.O Bitcoin, por exemplo, foi projectado para ter um número máximo de moedas e que serão emitidas – ao longo do tempo – em uma proporção já definida.Somente 21 milhões de Bitcoins serão criados, o que o torna uma moeda com potencial deflacionário, ou seja, moeda valoriza com o tempo. Cada vez mais.
  5. Sem intermediários
    Quando você deposita o seu dinheiro no banco, você deixa de ter a posse do seu capital e passa para a mão de um terceiro.Caso – por qualquer motivo que seja – o banco levante a hipótese de que você não poderia ter aquela quantidade de dinheiro, ele tem plena autonomia para bloquear o seu capital.Essa necessidade de confiar o seu dinheiro a terceiros – no caso o sistema bancário – é sempre um risco, pois já tiveram casos de até quebras dessas instituições lesando os seus correntistas.Em Portugal e no Brasil já tivemos até caso de confisco das contas bancárias pelo governo, o que demonstra o pouco controle que temos dos valores que deixamos no banco.As criptomoedas oferecem uma liberdade única: Você é o seu próprio banco!

    Ninguém, além de você, tem posse das suas criptomoedas!

  6. Valorização estrondosa
    Ao longo do ano de 2017, o Bitcoin valorizou mais de 1.500%. Apesar de parecer um número absurdo e impossível de ser alcançado, outras criptomoedas tiveram uma performance ainda melhor em 2017, veja:

      • Ethereum: Valorização de 5.000%;
      • Litecoin: Valorização de 8.000%;
      • Dash: Valorização de mais de 8.500%

    Essas valorizações são somente em 2017!

    Com o cenário global cada vez mais propenso às criptomoedas, podemos ter certeza de que a expansão e valorização não ficará só por aqui.

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Audiência no Senado dos EUA demonstra tom optimista em relação às criptomoedas

Durante a audiência realizada no Senado dos Estados Unidos nesta última terça-feira, 06 de Fevereiro, Jay Clayton, presidente da Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio (SEC, na sigla em inglês) e Christopher Giancarlo, presidente da Comissão de Negociação de Futuros e Mercadorias (CFTC, na sigla em inglês), falaram sobre a regulação do mercado de criptomoedas no país norte-americano. Em meio à uma semana em que as criptomoedas apresentaram fortes quedas de preço, o tom da audiência fez com que os analistas de mercado recuperassem seu optimismo em relação ao mercado cripto.

Conforme reportado pela Techcrunch, agência de notícias norte-americana, ao longo da audiência aberta, Clayton e Giancarlo depuseram sobre o que pode e o que deve ser regulado, e como deveria ser feita essa regulação, focando em uma visão mais ampla do futuro dos mercados de criptomoedas e da tecnologia blockchain a longo prazo.

O depoimento estabeleceu a distinção de três pilares do ecossistema das moedas digitais: criptomoedas e a “substituição de dólares”, ICOs “como ofertas de acções” e as tecnologias de livros-razão distribuídos, ou a popularmente denominada blockchain.

Clayton, presidente da SEC, adotou um tom relativamente solene focado nas preocupações em relação às fraudes envolvendo ofertas iniciais de moedas (ICO, na sigla em inglês), enquanto Giancarlo, presidente da CFTC, mostrou-se genuinamente entusiasmado e curioso sobre o mercado em ascensão.

Quando questionados sobre o valor intrínseco do Bitcoin, Giancarlo defendeu o valor da moeda digital, explicando o processo de mineração e como ele está correlacionado com o preço. Já Clayton comentou que:

“Existem muitas pessoas inteligentes que pensam que há algo de valioso na criptomoeda e no câmbio internacional, eu ainda não vejo esses benefícios manifestando-se no mercado. Eu olho para isso tudo da perspectiva dos investidores tradicionais e eles devem entender isso.”

Clayton completou seu comentários duvidando da utilidade dos activos digitais como moeda, citando preocupações comuns, como a volatilidade do mercado que acaba tornando as transacções difíceis de acontecer.

Sobre as vantagens do mercado de Futuros de Bitcoin, Giancarlo disse que a partir de agora o CFTC pode obter dados de negociação e analisar as possíveis fraudes e manipulações. “Com os Futuros de Bitcoin, temos a visibilidade dos mercados subjacentes e localizamos mercados que de outra forma não poderíamos“, disse ele.

Em relação às preocupações em torno consumidores equivocados sobre as plataformas de negociação de criptomoedas, ambos presidentes expressaram o seu receio sobre da falta de regulamentação das corretoras de criptomoedas e o seu potencial de induzir os consumidores a acreditar que essa regulação e esse respaldo existem.

“Para ser claro, a CFTC não regula as dezenas de corretoras de criptomoedas do país e nem fora dele“, disse Giancarlo, esclarecendo que a CFTC não pode exigir protecção cibernética, plataforma seguras e outras coisas que os consumidores podem contar nos títulos tradicionais.

Clayton solicitou a coordenação de um plano integrado entre os estados, reguladores federais, além da SEC e da CFTC, para respaldar o consumidor em relação às corretoras de criptomoedas não regulamentadas.

“Eu acredito que os investidores tradicionais analisam essas plataformas de moeda digitais e assumem que estão regulamentadas da mesma forma que uma acção é regulamentada e, como eu disse, isso não ocorre, por isso a necessidade de abordar do tema.”

Sobre as ICOs como valores mobiliários, Clayton disse que acredita que cada ICO que ele viu é um valor mobiliário. “Você pode chamar de moeda, mas se funciona como valor mobiliário, é um valor mobiliário“, disse ele.

Os resultados da audiência foram optimistas em relação aos padrões de conversas sobre regulações que ocorreram até então. Embora esteja claro que a CFTC e a SEC deram apenas ideias de algumas regras que eles gostariam de praticar, seus planos parecem estar focados em proteger os consumidores de ameaças como fraudes em ICOs e em corretoras de criptomoedas, e não em desencorajar o crescimento do mercado de moedas digitais. Para aqueles que visam o Bitcoin como um projecto de longo prazo e moedas digitais mais viáveis ao dia-a-dia, essa audiência foi positiva.

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